BELO EXEMPLO

Um belo exemplo judaico-latino-americano. Assista aqui.

Adicionar comentário 19 de Março de 2008 às 20:24 PLETZALE

PORQUE NO TE CALLAS?

Excelente observação do jornalista Carlos Brickmann:

O chanceler brasileiro Celso Amorim exige que a Colômbia peça desculpas por ter invadido um acampamento dos guerrilheiros narcotraficantes no Equador. Entende-se o comportamento de Amorim: o chefe da política externa brasileira não é ele, mas Marco Aurélio Garcia, aquele do “top top” do acidente da TAM, que é companheiro da guerrilha colombiana no Foro de São Paulo, entidade que reúne os grupos latino-americanos que se dizem de esquerda – mesmo que sejam militaristas e golpistas, mesmo que promovam sequestros. Amorim está errado: quem tem de pedir desculpas (ou calar a boca) é o Equador, que ofereceu seu território como abrigo a um grupo de narcotraficantes e sequestradores, e cujo objetivo é derrubar o Governo democrático de um país vizinho. Esse grupo (as FARC – Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) só é diferente do PCC porque o PCC não pensa, ainda, em derrubar o Governo. A prova de que as FARC agem em conluio com governos estrangeiros é a reação do presidente venezuelano, Hugo Chávez, que mandou suas tropas para a fronteira da Colômbia. Que tem a Venezuela a ver com o problema? Se alguém pudesse se queixar, seria o Equador; a Venezuela não tem nada a ver com isso. Ou tem: Chávez, como Garcia, como as FARC, é ligado ao Foro de São Paulo. Cabe ao Brasil (e ao chanceler Amorim) negociar para restabelecer a paz na região. A tarefa de falar bobagem está entregue ao Equador e à Venezuela.

A força de Chávez - Em entrevista a Fabiano Maisonnave, da Folha, o dirigente das FARC Raúl Reyes (cuja morte, agora, desencadeou a crise) contou ter conhecido Lula numa reunião do Foro de São Paulo. Participaram juntos de outras reuniões, disse ele; e mantiveram contato até que Lula se elegeu presidente e passou a evitá-lo. Mas Marco Aurélio “Top Top” Garcia, o real formulador da política externa brasileira, se manteve como figura importante no Foro. Rafael Correa, presidente do Equador, é do Foro; Tabaré Vasquez, do Uruguai, já foi do Foro; Evo Morales é do Foro. Neste grupo o apoio a Hugo Chávez é forte. E, se Chávez andou comprando algo como US$ 4 bilhões em armas ultramodernas, qual seu objetivo?

A fraqueza de Chávez - Chávez é adversário jurado do presidente colombiano Álvaro Uribe, a quem insulta quase diariamente; e, entre outros brinquedos mortais, comprou 24 caças supersônicos russos Sukhoi, de última geração. Mas precisa pensar muito antes de usá-los: nos termos do TIAR, Tratado Interamericano de Assistência Recíproca, a Colômbia pode pedir ajuda dos Estados Unidos. E irá consegui-la.

Adicionar comentário 4 de Março de 2008 às 17:44 PLETZALE

GENEALOGIA

Para quem busca um programa para fazer a arvore genealógica da família de forma super completa e interativa, experimente o Family Tree Builder. Ele oferece excelente qualidade, suporta 21 idiomas e é um dos melhores programas de genealogia que você pode encontrar, e o mais importante: é grátis!

Adicionar comentário 27 de Fevereiro de 2008 às 14:53 PLETZALE

A MÍDIA ÁRABE E O HAMAS

Há uma tendência crescente em grande parte dos jornais de lingua árabe, que estão cada vez mais publicando artigos e editoriais contra o Hamas. A opinião pública árabe está começando a conscientizar-se do fato de que o Hamas é prejudicial à muitos interesses básicos do povo palestino. Dentre os temas que aparecem em artigos constantemente, podemos citar:

- Culpar o Hamas pelo sofrimento do povo palestino na Faixa de Gaza;
- Condenar a influência iraniana sobre o Hamas;;
- Protestar contra os planos do Hamas de estabelecer um califato islâmico em Gaza;
- Tentar provocar Israel a atacar Gaza;
- Denunciar o golpe do Hamas contra a Autoridade Nacional Palestina;

Jornal Al-Watan

Em um artigo intitulado: “Quem jogou Gaza na escuridão?”, publicado no jornal diário do Qatar, Al-Watan, de 27 de Janeiro de 2008, o bem conhecido repórter e comentarista, Abdallah al-Khadlaq, ataca duramente o Hamas , taxando-o consistentemente de organização terrrorista ao longo do artigo, e declarando enfáticamente que o Hamas sozinho é o verdadeiro inimigo do povo palestino, unicamente responsável pela miséria da população civil em Gaza. “Os terroristas atacam Israel e deixam a população de Gaza pagar o preço, vestindo-os com luto. O povo em Gaza continua a sofrer. É claro que não haverá nenhum progresso nas conversações de paz, sem cortar os laços militares, ideológicos, políticos e financeiros entre o Hamas, a entidade persa (iraniana) em Teerã, e o regime Baath de Damasco, como também o movimento terrorista Hezbolá. O lançamento de foguetes executados por ordens iranianas contra Israel deve parar”. Abdallah al-Khadlaq acusa o Hamas de operar sob ordens de Teerã, como “agente dos persas (iranianos)”, e obstinadamente bloquear qualquer esperança de paz como pagamento dos milhões de dólares que o regime iraniano coloca em Gaza. Al-Khadlaq conclui declarando que: “Acho que devemos desculpas ao Exército de Israel por usar a força contra o Hamas, já que esta é a única linguagem que eles entendem”.

Jornal Al-Hayat

Al-Hayat, um importante jornal diário pan-árabe, analisa o golpe de estado do Hamas e suas conseqüências desastrosas em um artigo publicado em 23 de setembro de 2007, e conclui que o Hamas continua em seu rastro de destruição, fragmentação e alienação, agindo de fato, contra os intefresses do povo de Gaza. Intitulado: “A pergunta do dia – por que o Hamas está demolindo o poder judiciário?” , o articulista declara que “O sistema político, de segurança, social, econômico e judiciário dos líderes do golpe de estado sangrento em Gaza indicam que eles estão seguindo um programa consistente e pré-planejado designado a implantar um califato islâmico em Gaza”. Isto foi confirmado pela prisão de líderes da Ação Nacional em Gaza, e a suspensão do Procurador- Geral, Al Mughini. Um resultado direto dessas ações é o de que as instituições legais estão paralisadas, e Gaza encontra-se em um estado de caos e anarquia. O escritor conclui que: “Estas ações do Hamas revelam seu curso de loucura, e sua falta de desejo de ficar do lado do povo e da Autoridade. Não há outra escolha senão isolar o Hamas e forçá-lo a retratar-se e se possível juntar-se à nação e seu sistema político”.

Jornal ASharq al-Awsat

Em um artigo no ASharq al-Awsat, o jornal diário saudita publicado em Londres, em 21 de janeiro de 2008, intitulado: “Quem é responsável – o Hamas ou Israel?”, o jornalista Abd a-Rahman a-Rashid escreve que a provocação de Israel pelo Hamas resultou em um desastre terrível para Gaza. A-Rashid declara que o balanço do terror ameaçado pelo líder do Hamas, Khalid Mashal não é nada além de uma farsa, já que o Hamas não tem condições de confrontar Israel militarmente com sucesso. A-Rashid conclui que é possível que o comportamento tolo do Hamas fará com que as forças israelenses entrem em Gaza novamente : “O Hamas agiu tolamente e prejudicou a si mesmo ao dar aos israelenses a oportunidade de atacar em retaliação por causa de alguns mísseis lançados, após cometer um crime maior contra o povo palestino, ao separar-se da Autoridade Palestina e tomar o poder (em Gaza). Os palestinos em Gaza já sofreram muito devido ao comportamento do Hamas, que fará com que os israelenses voltem à Gaza após esta ter sido liberta pelas forças palestinas”.

Adicionar comentário 26 de Fevereiro de 2008 às 13:15 PLETZALE

MEDO, CORAGEM, MORTE E ESPORTE

Paulo Lima e Jacob Pinheiro Goldberg entrevistam hoje o Campeão Mundial de queda-livre, Gui Pádua, discutindo medo, coragem, morte e esporte.

Dia: 22/02/2008
Horário: 20h00m
Rádio: Eldorado FM (92,9)
Reprise: Terça, 26/02 ás 22hrs.

Adicionar comentário 22 de Fevereiro de 2008 às 13:06 PLETZALE

DE NAIS FUN DER VOCH

Não entendeu o título deste post? Eu traduzo: AS NOTÍCIAS DA SEMANA, em Yidish. Trata-se de mais uma das novidades do PLETZ.com em comemoração ao seu 10º aniversário. O “De Nais…” é um informativo semanal com as principais noticias veículadas pela imprensa nacional e internacional com conteúdo relevante para a comunidade judaica. Os boletins serão enviados toda sexta-feira. Para receber, basta se cadastrar gratuitamente no PLETZ.com

Adicionar comentário às 10:50 PLETZALE

ARTIGO > LA CAÍDA DEL MURO DE GAZA

por Shlomo Brom, Instituto de Investigaciones de Seguridad Nacional, Universidad de Tel Aviv

Cuando la noche del 23 de enero Hamas derribó el Muro que separa la Franja de Gaza de Egipto, y cientos de palestinos corrieron al lado egipcio para adquirir bienes y disfrutar del sabor de la libertad, las fotografías y declaraciones en la prensa internacional crearon la impresión de que esto significaría un hecho importante de largo alcance, similar a la caída del Muro de Berlín.

La reacción israelí osciló desde la opinión de que esto hecho era una victoria aplastante de Hamas sobre el sitio del gobierno israelí, pasando por una profunda preocupación acerca de las implicancias de seguridad, y hasta la esperanza de que esto sería una oportunidad para que Israel se desentendiera de cualquier responsabilidad en la Franja de Gaza. Sin embargo, la cuestión radica en si este hecho tiene en verdad ramificaciones serias para las relaciones israelí-palestinas.

¿Significa la ruptura del Muro que el sitio de Gaza ha llegado a su fin? Para nada. La angustia de Gaza proviene básicamente del hecho de que sus fuentes de ingresos se han contraído, ya que tanto trabajadores como bienes no pueden llegar al mercado israelí para trabajar o para ser transportados al puerto de Ashdod y así ser exportados.

Gaza no recibirá su parte correspondiente de la ayuda internacional hasta tanto las sanciones sobre el gobierno de Hamas continúen. Por esta razón el desempleo en Gaza es extremadamente alto y la mayoría de la población subsiste por el apoyo de la UNRWA - Comité de Ayuda para los Refugiados de la UN y de otras organizaciones humanitarias.

Las semanas subsiguientes a la caída del Muro trajeron a Gaza cierto alivio en las necesidades específicas - debido al corte en el abastecimiento de gasolina y consumo de bienes provenientes de Israel - tras la escalada en el enfrentamiento militar israelí contra Hamas. Pero podía creerse que el relativo alivio en la situación de seguridad (Ej.: reducción en el lanzamiento de cohetes hacia Israel) en el límite con Gaza conduciría a la reanudación de la provisión de bienes básicos.

¿Puede Israel renunciar a toda responsabilidad en Gaza debido a la apertura del acceso a Egipto? Para que esto sea posible, deben reunirse varias condiciones. La primera es que Egipto acepte la responsabilidad sobre Gaza. La segunda es que Egipto sea capaz de jugar ese papel. En tercer lugar, es necesario que la comunidad internacional acepte que la entrada de y hacia Egipto exime a Israel de la responsabilidad por lo que ocurra en Gaza. De hecho, es dudoso que cualquiera de estas condiciones se concrete.

Ante todo, Egipto no puede permitir una situación en la cual sus fronteras con Gaza sean abiertas por cualquier lapso de tiempo que sea. Desde su perspectiva, esto reforzaría el contacto directo con extremistas islámicos muy bien armados en Gaza y llevando inseguridad y desorden al Sinaí, donde a las autoridades egipcias se les dificulta mantener el control. Por lo tanto, Egipto no solo hará lo mínimo para asistir a sus hermanos palestinos sino que ya ha tomado medidas para cerrar la frontera. Esto no implica un cierre hermético; el contrabando de armas y otras mercancías continuará probablemente como antes de la caída del Muro.

En segundo lugar, Egipto no puede sustituir a Israel en muchos aspectos importantes. Puede servir como una vía para el pasaje de mercancías, pero no puede darle un mercado a Gaza para sus bienes o trabajadores porque las economías de Gaza y Egipto compiten, y nos son complementarias. Ciertamente, es más costoso para los comerciantes de Gaza exportar vía Egipto, ya que los puertos egipcios están lejos y son menos eficientes.

Hamas ha declarado que quiere cortar su dependencia de Israel y utilizar como alternativa a Egipto, y Egipto, el cual no desea figurar como colaborador en el sitio israelí, está discutiendo el pedido de Hamas, pero eso no quiere decir que haya cualquier lógica económica en esto. Si no hay ninguna posibilidad de traer bienes desde Israel debido a la política israelí y es posible hacerlo desde Egipto, cualquier gobierno en Gaza lo hará, pero la construcción de la economía de Gaza no puede basarse en eso.

Finalmente, es muy dudoso que la comunidad internacional acepte que Israel renuncie a su responsabilidad hacia Gaza mientras continúe ocupando los territorios de la Rivera Occidental y continúe influyendo en lo que ocurre en Gaza por medio del control del espacio aéreo y marítimo, y su negativa a permitir la apertura de puertos aéreos y marítimos que podrían servir a la Franja.

¿Ha fracaso la política israelí en presionar a Hamas sitiando Gaza? La pregunta más importante es si alguna vez tuvo alguna oportunidad de triunfar. Podría haberse esperado que la presión diera su fruto si a Hamas se le hubiera ofrecido simultáneamente una alternativa aceptable. En este caso, se le ofrecieron dos opciones. La primera era desaparecer y renunciar al control en Gaza a favor del gobierno de Mahmoud Abbas. La segunda fue dejar de ser Hamas, esto es, cambiar completamente su visión del mundo y aceptar las tres condiciones del Cuarteto.

No había ninguna oportunidad de que Hamas aceptara cualquiera de estas opciones, y por lo tanto era predecible de que trataría de romper el atasco, ya sea con una escalada de violencia o adoptando algunas acciones drásticas, como derribar el Muro. Si Israel tiene la intención de ofrecer al gobierno de Hamas una opción más aceptable, entonces Hamas tendrá que llegar a un acuerdo basado en el cese de fuego, a fin de estabilizar la situación. El gobierno de Israel necesita decidir si persiste con la presión - con la esperanza infundada de que ésta llevará al colapso de Hamas en Gaza. Esto más prometedor que un limitado acuerdo con Hamas.

Los eventos en Gaza han acentuado nuevamente la división entre la Franja y la Margen Occidental, y pusieron en evidencia la total falta de influencia que tiene Abbas y su gobierno allí. Aunque intentaron permanecer como actores y crear condiciones para el restablecimiento de su autoridad a través del control externo de Gaza (cruces con Israel y Egipto), Hamas no tiene ninguna intención de permitir que ello suceda, especialmente después del éxito registrado en ser el interlocutor de Egipto en todo lo relacionado con la frontera entre Egipto y Gaza.

Los acontecimientos creados en la frontera egipcia pueden haber creado una oportunidad para rever el papel de la comunidad internacional en el cruce hacia Gaza. Y una presencia internacional renovada e incluso reforzada puede ser la solución óptima para las partes interesadas, pero en este problema, también, es dudoso que se pueda hacer algo sin el compromiso y la participación de Hamas, en cualquier acuerdo de acción internacional de este tipo.

Adicionar comentário 21 de Fevereiro de 2008 às 11:55 PLETZALE

CONCURSO: FAÇA A NOVA LOGOMARCA DA ACIB

Em mais uma etapa do processo de renovação da ACIB, a instituição que representa a comunidade judaica de Brasilia vai modernizar a comunicação visual da entidade. Com o objetivo de envolver toda a comunidade e reiterar os valores judaicos em um contexto mais atual, todos estão convidados a participar do “CONCURSO ACIB DE CARA NOVA”. O concurso tem o objetivo de modificar e modernizar o logotipo da ACIB. Veja abaixo o regulamento:

1) O objeto do concurso é a criação de um novo logotipo para a ACIB.
2) O projeto deverá utilizar apenas as cores azul e branca.
3) O projeto poderá utilizar temática judaica.
4) O corpo de jurados será composto por 4 membros da comunidade escolhidos pela diretoria e a diretoria, que terá direito a 1 voto.
5) Os projetos devem ser apresentados impressos, podendo ser acompanhados de mídia eletrônica, na secretaria da ACIB até o dia 14/03/2008 às 18h. A secretaria da ACIB funciona de segunda a sexta-feira, de 12h às 18h, exceto em feriados nacionais e judaicos.
6) O prêmio para o projeto vencedor será uma escultura de temática judaica, banhada a prata da Natan jóias.
7) O projeto vencedor será anunciado e premiado durante o almoço comunitário de 30/03/2008.

Informações:
Associação Cultural Israelita de Brasília - ACIB
faleconosco@acibdf.com.br
Telefone: (61) 3273-8255

Adicionar comentário 20 de Fevereiro de 2008 às 17:52 PLETZALE

O COMEÇO DO FIM

Como é bom ser acordado com uma boa notícia. Hoje, por volta das 8 da manha, recebemos o SMS do site G1 informando sobre a renuncia de Fidel, o coma-andante de Cuba. É o começo do fim de uma historia de assassinatos, privações e sofrimento.

Adicionar comentário 19 de Fevereiro de 2008 às 11:34 PLETZALE

JUDEUS MESSIÂNICOS EM ISRAEL

Foi iniciado em Israel um trabalho de combate a ações de missionários que estão ocorrendo lá e crescendo cada vez mais, principalmente com jovens brasileiros. E certamente você já ouviu falar de “Judeus Messiânicos” e suas técnicas e formas de persuadir e converter os judeus. Leia mais aqui…

Adicionar comentário 18 de Fevereiro de 2008 às 16:27 PLETZALE

TVS ÁRABES ENSINAM MARIDOS A BATER NAS ESPOSAS

Vídeos impressionantes gravados de TVs árabes mostram líderes religiosos ensinando maridos a surrar suas mulheres e a submetê-las aos seus impulsos sexuais. Estas aulas são transmitidas regularmente, via satélite, para milhões de lares em dezenas de países árabes. Não acredita? Então acesse o site Mídia Árabe e confira. O site Monitor da Mídia Árabe dedica-se a informar o público brasileiro sobre a cultura disseminada atualmente pelos meios de comunicação nos países árabes. Visite e divulgue seu conteúdo a amigos, imprensa e entidades de defesa dos direitos humanos.

Adicionar comentário às 11:13 PLETZALE

NOVA GERAÇÃO

A nova geração da música israelense é o tema da reportagem do programa TODOS OS CANTOS. Entre os destaques estão as cantoras Etti Ankri e Amal Murkus, o guitarrista Itay Pearl, o cantor David Broza e os grupo Sheva, Tea Packs e Moshav Band. Apresentado pela cantora Fortuna, Todos os Cantos - A Música Sem Fronteiras traz o melhor da world music de todo o planeta. Toda sexta-feira, às 21h, uma nova edição do programa fica disponível para ser ouvida a qualquer hora. Clique aqui para ouvir o programa.

Adicionar comentário 17 de Fevereiro de 2008 às 21:17 PLETZALE

SHOW IMPERDÍVEL

Um belo show em homenagem à cantora Debby Sznajder. Clique aqui para ver o flayer do evento.

Adicionar comentário às 21:08 PLETZALE

APOIO

O PLETZ.com está apoiando o projeto PAPER CLIPS no Brasil. Um projeto inédito e surpreendente que visa a preservação da memória do Holocausto para as novas gerações.

Adicionar comentário às 20:46 PLETZALE

O DIA SEGUINTE…

O diretor de operações do grupo terrorista Hezbolah, Imad Mughniyah, acaba de chegar ao paraíso para desfrutar de suas 72 virgens. Segundo sérias investigações, ele foi um dos responsáveis pelo ataque terrorista que destruiu a sede da AMIA e que deixou dezena de mortos e centenas de feridos. A questão agora é: o Hezbolah vai retaliar?

Adicionar comentário às 19:02 PLETZALE

WANTED!

Conheça no site do FBI a lista com nomes e fotos dos terroristas mais procurados do momento.

Adicionar comentário às 18:53 PLETZALE

COMEÇANDO O PLETZALE

O blog PLETZALE é a primeira novidade destes 10 anos de PLETZ.com. Aqui iremos falar sobre os mais variados assuntos que não publicamos no PLETZ.com, vamos comentar os batidores do mundo judaico, e muito mais! Visite-nos diariamente, registre-se para poder comentar nossos posts e entre em contato conosco para fazer sugestões, críticas ou mandar o seu recado. Zaiguezint!

Adicionar comentário às 18:48 PLETZ.com

10 anos de PLETZ.com

Em 1998 surgia o primeiro site judaico com noticias e artigos e com atualização diária. Hoje, após 10 anos, o site é fonte de informação para diversos veículos de comunicação, judaicos e não judaicos.

3 comentários 11 de Janeiro de 2008 às 14:48 PLETZALE


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